Pudor de rosa roubaste
quando na ébria tarde exibiste
rubor devasso e riste
Buquê de pássaro
oferenda
a teu silêncio intacto
Foges dos ébrios fulgores
de sutis rubis: não temes
a prata da volúpia?
POESIABSOLUTA
Blog de Poesias e Prosas e outra coisas de Vital Corrêa de Araújo
Pudor de rosa roubaste
quando na ébria tarde exibiste
rubor devasso e riste
Buquê de pássaro
oferenda
a teu silêncio intacto
Foges dos ébrios fulgores
de sutis rubis: não temes
a prata da volúpia?