Este texto escrito do pântano, dos brejos de Água Preta, à madrugada de 17 a 18/12/2015,
trata da carência que enfermiza e infertiliza professores e que redunda em ato e fato de alienação literária, efeito sistemático da ausência de talentos, decorrência portanto de deficiente preparação. Ou defeituosa educação bloqueante do soberbo imaginário.
Refiro-me ao estudo (ou estado) tão pouco crítico (tampouco evitável), retórico, ácido ligeiro, superficial, desinovador e desvalido da literatura... devido ao atraso que não ensina a reconhecer novos valores artísticos (ao contrário os temer) e perscrutá-los e escavá-los, porém ocupados em cultuar o passado como definitivo. Machado, Machado, só Machado, 80% Machado, o único e imbatível romancista definitivo do Brasil... todos os outros pós-machadianos são inferiores hic et nunc. Eis o complexo de inferioridade que devasta a literatura brasileira.
ao inextinguível fogo da juventude, a VCA, o outro.






