Só existe o sexto sentido. Além do sétimo, o sentido do poema absoluto.
Os famosos ordinários cincos sentidos servem a um fim falso redutível.
Os nossos ágeis e superiores sentidos criam imago mundi fictícia. Que sirvam a romancistas, talvez, mas inapropriam o poema.
Serem os 5 sentidos só para, por razões justas ou não, criar factoides da vida.
Simular o mundo, inventar o ego.
Aos deveres da aparência, apetecem.
São o mundo aparente. No qual mergulhamos inocentes e incessíveis






