Céu de acariciante porcelana
de onde anjo despejou jorro
sobre olhos da alma do tempo
e alegre tonalidade de luz
invadiu a terra vulnerada
emboscada de guerra e de fulgurante
ira atormentada e venerável.
Como rosto do apocalipse rindo.
Quando céu baixo e largo como côncava moeda.
O poema não é o que diga, mas o como disse-o.
Manipulo meu leitor.
{jcomments on}






